quinta-feira, 2 de julho de 2026
URGENTE
● Prefeitura de Canaã dos Carajás abre inscrições para o PROMIPE 2026 ● Concursos municipal e intermunicipal de quadrilhas definem campeãs de 2026 ● Vando Douglas transforma moda, cultura e identidade amazônica em destaque no Canaã Cidade Junina ● Homem é preso em Parauapebas por estupro de vulnerável e produção de pornografia infantil ● Hospital Municipal Daniel Gonçalves recebe oficialmente título de Hospital Amigo da Criança – 2026 ● Prefeitura de Canaã dos Carajás abre inscrições para o PROMIPE 2026 ● Concursos municipal e intermunicipal de quadrilhas definem campeãs de 2026 ● Vando Douglas transforma moda, cultura e identidade amazônica em destaque no Canaã Cidade Junina ● Homem é preso em Parauapebas por estupro de vulnerável e produção de pornografia infantil ● Hospital Municipal Daniel Gonçalves recebe oficialmente título de Hospital Amigo da Criança – 2026
Banner
Banner
Cidades
Cidades
Brasil
Brasil
Política
Política
Eventos
Eventos
Policial
Policial
Internacional
Internacional
Notícias
Notícias
Concursos
Concursos
Meio Ambiente
Meio Ambiente
Tecnologia
Tecnologia
Esportes
Esportes
Famosos
Famosos
Mundo
Mundo
Entretenimento
Entretenimento
Curiosidades
Curiosidades
Brasil

Professora processa Banco Central alegando ser criadora da ideia do Pix e pede indenização de R$ 1 milhão

Por AnaReis Notícias | anareisnoticias.com.br | 24 de junho de 2026 | 4 min de leitura | 41 views
Ouvir materia
Clique para ouvir
Banco Central - Pix Pix é o meio mais usado pelos brasileiros na hora do pagamento — Foto: Rafael Henrique/SOPA Images/LightRocket via Getty Images

Anette Vernaschi Toppan afirma ter registrado projeto semelhante em 2014; BC nega violação de direitos autorais e diz que já existiam sistemas similares

Uma professora e empresária moveu ação contra o Banco Central do Brasil alegando ser a criadora da ideia que originou o Pix. Anette Vernaschi Toppan reivindica indenização de no mínimo R$ 1 milhão por violação de direitos autorais, além do reconhecimento de direitos autorais com pagamento de royalties. O processo tramita no Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) e ainda está em fase inicial.

De acordo com a petição, Anette registrou na Biblioteca Nacional, em 2014, o projeto “Tá Pago” — uma metodologia de transferência eletrônica e instantânea que funcionaria como substituto de dinheiro e cartões de crédito e débito. A única diferença para o Pix, segundo a autora da ação, é que o modelo utilizava créditos de celular para realizar as transações, já que a empresa não tinha enquadramento como instituição financeira.

A professora alega que, entre 2015 e 2016 — período em que o Banco Central iniciou os estudos sobre o Pix —, seu sócio teria entrado em contato com a instituição para obter autorização de funcionamento de arranjo de pagamento. Com base nessa cronologia, Anette afirma ser a criadora da ideia do sistema lançado oficialmente pelo BC em 2020.

BC contesta acusações

O Banco Central nega categoricamente qualquer violação aos direitos autorais. Em contestação, a autoridade monetária argumenta que já existiam sistemas de pagamento móveis similares ao método registrado pela autora antes mesmo do registro do “Tá Pago”. Procurado, o BC optou por não se pronunciar sobre o caso.

Andamento processual

O processo foi distribuído em setembro de 2025 e tramitava em segredo de Justiça até maio deste ano, quando uma decisão tornou os autos públicos.

Na última movimentação, o juiz federal Arthur Pinheiro Chaves, da 18ª Vara Federal Cível da Seção Judiciária do Distrito Federal, negou o pedido de Anette para realização de perícia técnica especializada que analisaria a suposta similaridade entre o “Tá Pago” e o Pix. A defesa da professora recorreu da decisão.

Paralelamente, há uma discussão sobre documentos apresentados pelo Banco Central em língua estrangeira. O magistrado determinou que a instituição providencie a tradução das peças, mas a autoridade monetária pediu reconsideração da decisão e aguarda novo posicionamento do juiz.

Contexto político e econômico

A defesa de Anette é conduzida pelo advogado José Luís Mazuquelli, sócio do escritório Gomes Altimari Advogados, que admite o caráter delicado do processo. “A gente sabe que uma situação envolvendo o Pix, por exemplo, é uma situação política”, afirmou o advogado, citando a relevância econômica do sistema e o cenário atual de tensões internacionais.

No início deste mês, o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) propôs uma tarifa de 25% sobre exportações brasileiras a partir de 15 de julho, após investigação sobre supostas práticas desleais do Brasil. Na minuta, o órgão americano cita o Pix múltiplas vezes como um instrumento que bloquearia a concorrência de empresas norte-americanas.

O Pix completou mais de quatro anos desde seu lançamento e se consolidou como o meio de pagamento instantâneo mais utilizado no Brasil, com bilhões de transações realizadas mensalmente.

📱 VEM SEGUIR OS CANAIS DA ANA REIS NOTÍCIAS!

Acompanhe outras notícias em anareisnoticias.com.br e siga o @anareisnoticias nas redes sociais para ficar bem informado. Sintonize também a FM Canaã, a melhor rádio da região, em fmcanaa.com.br

AnaReis Notícias, Rádio Poderosa FM 95.9 e RedeTV Karajás entrevistam a presidente do CREA-PA na segunda-feira (02)
Compartilhe:
Escrito por
AnaReis Notícias | anareisnoticias.com.br

Redatora, colunista e repórter

← Anterior
Supermercados, restaurantes, academias e alojamento são flagrados com furto de energia em Canaã dos Carajás
Proxima →
Grandes nomes do humor nordestino marcam a 5ª edição do Canaã Cidade Junina

Deixe um comentario

Matérias Relacionadas