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Internacional

Ataques dos Estados Unidos e Israel contra o Irã provocam centenas de vítimas e reação internacional

Por AnaReis Notícias | anareisnoticias.com.br | 13 de março de 2026 | 5 min de leitura | 103 views
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AnaReis Notícias, Rádio Poderosa FM 95.9 e RedeTV Karajás entrevistam a presidente do CREA-PA na segunda-feira (02) Imagens verificadas pela BBC mostram explosões a menos de 1 km do complexo de residência do supremo líder do país, o aiatolá Ali Khamenei

No sábado, 28 de fevereiro de 2026, forças militares dos Estados Unidos e de Israel lançaram uma ofensiva militar coordenada contra a República Islâmica do Irã, marcando uma das maiores escaladas de conflito na região em décadas. O ataque, que incluiu uma série de ataques aéreos e mísseis em várias cidades iranianas, gerou centenas de mortes e feridos, além de uma forte reação internacional e retaliações diretas de Teerã.

Ataques coordenados e ampla destruição

Logo nas primeiras horas da manhã de sábado, forças israelenses iniciaram ataques contra alvos estratégicos em território iraniano, enquanto o exército dos EUA confirmou sua participação em ação conjunta. A operação, conhecida em declarações por autoridades estrangeiras como uma ofensiva preventiva contra ameaças militares e ao programa nuclear do Irã, resultou em explosões em cidades como Teerã, Qom, Isfahan e outras províncias.

Segundo dados divulgados pela Sociedade Crescente Vermelho do Irã, os ataques deixaram pelo menos 201 mortos e cerca de 747 feridos em 24 das 31 províncias do país. Entre as vítimas, estão civis — com relatos de um ataque particularmente mortal a uma escola em Minab, no sul do Irã — intensificando a preocupação sobre as consequências humanitárias da ofensiva.

Autoridades iranianas afirmaram que as explosões ocorreram em áreas urbanas e militares, incluindo infraestrutura crítica e centros de comando, enquanto o governo de Israel declarou estado de emergência e implementou restrições domésticas diante do risco de ataques de retaliação.

Reações iranianas e retaliação

O Irã reagiu imediatamente, lançando mísseis e ataques com drones contra bases militares americanas e posições israelenses em toda a região do Golfo Pérsico, incluindo países que abrigam forças dos EUA. Autoridades iranianas descreveram suas ações como uma resposta legítima à “agressão hostil”, enquanto fontes de países do Golfo relataram interceptações e impactos em instalações diversas.

Teerã denunciou a ofensiva como uma violação do direito internacional, impulsionando múltiplos países — incluindo membros da Organização das Nações Unidas (ONU) e diversas potências globais — a exigir cessar-fogo e retorno às negociações diplomáticas.

Mortes de autoridades e liderança iraniana

Um dos aspectos mais controversos dos ataques foi a alegação por parte de fontes americanas e israelenses de que o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, teria sido morto durante os ataques, depois que seu complexo em Teerã foi atingido. Teorias e declarações oficiais sobre sua morte ainda são objeto de disputa, com autoridades iranianas contestando as afirmações e afirmando que ele está “são e salvo”.

Contexto e motivos declarados

Os governos dos Estados Unidos e de Israel justificaram a ofensiva como uma medida preventiva diante do que consideram ameaças significativas do programa nuclear e de mísseis iranianos, bem como de ações de desestabilização regional atribuídas a Teerã. Em discursos públicos, líderes aliados defenderam que a operação visa proteger aliados internacionais e impedir que o Irã adquira capacidades militares que, segundo eles, representariam uma ameaça existencial.

Por outro lado, críticos da ação afirmam que a ofensiva representa uma escalada perigosa que pode levar a um conflito mais amplo no Oriente Médio, injeta instabilidade em mercados globais e põe em risco vidas de civis inocentes.

Repercussão internacional e consequências

Em resposta aos acontecimentos, o Conselho de Segurança da ONU realizou reunião de emergência, onde tanto os Estados Unidos quanto o Irã defenderam suas posições em meio a duras críticas de diversos países. Organizações regionais e alianças diplomáticas pediram a desescalada imediata e o retorno ao diálogo, propondo negociações para evitar um conflito prolongado.

Enquanto isso, a situação continua evoluindo rapidamente, com implicações profundas para a segurança no Oriente Médio, relações internacionais e estabilidade global. Observadores alertam para uma possível intensificação das hostilidades se as partes não retomarem canais diplomáticos de negociação.


Principais fatos verificados até o momento:

  • Data do ataque: 28 de fevereiro de 2026.

  • Países envolvidos: Estados Unidos e Israel vs. Irã.

  • Casualidades: mais de 200 mortos e cerca de 747 feridos, incluindo civis.

  • Retaliação: ataques iranianos a bases dos EUA e em apoio a aliados regionais.

  • Reação global: condenações, pedido de cessar-fogo e debates no Conselho de Segurança da ONU.

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Redatora, colunista e repórter

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