Do Estádio Zinho Oliveira à Expoama, passando pela Praia do Tucunaré no verão amazônico, a presença feminina chama a atenção pela beleza, elegância e simpatia. E este jornalista fala com conhecimento de causa: há mais de quatro décadas é casado com uma marabaense.
Marabá é uma cidade que impressiona por muitos motivos.
Localizada no sudeste do Pará, às margens dos rios Tocantins e Itacaiúnas, a cidade carrega uma história marcada pela força de sua gente e pela extraordinária capacidade de se reinventar economicamente ao longo das décadas.
Dos áureos tempos dos castanhais às atividades que atualmente movimentam a economia regional, Marabá consolidou-se como um dos principais centros econômicos do interior paraense. Comércio, prestação de serviços, indústria, mineração, pecuária e agronegócio ajudam a movimentar uma cidade que exerce influência sobre boa parte do sul e sudeste do Pará.
Marabá é trabalho. É movimento. É comércio. É produção. É gente chegando e partindo.
Marabá pulsa.
Mas existe outra característica da cidade que, embora não apareça nas estatísticas econômicas, chama a atenção de quem conhece bem esta terra: a beleza das mulheres marabaenses.
E basta frequentar alguns dos lugares mais tradicionais de Marabá para perceber isso.
A BELEZA NAS ARQUIBANCADAS DO ZINHO OLIVEIRA
Quem acompanha o futebol paraense e já esteve no Estádio Municipal Zinho Oliveira, especialmente em dias de jogos do Águia de Marabá, sabe exatamente do que estou falando.
Enquanto dentro das quatro linhas o Águia trava suas batalhas, nas arquibancadas existe outro espetáculo: a presença marcante da torcida feminina.
São mulheres de diferentes idades, estilos e profissões que vestem a camisa do Azulão, acompanham o time, vibram, sofrem, comemoram e dão um charme especial às arquibancadas do velho e querido Zinho Oliveira.
Colegas da imprensa esportiva do Rio de Janeiro costumam dizer que a torcida feminina do Fluminense está entre as mais bonitas do Maracanã.
Pode até ser.
Mas faço um convite a esses colegas: venham conhecer o Zinho Oliveira em uma grande partida do Águia de Marabá.
Depois conversamos.
JULHO, PRAIA DO TUCUNARÉ E O VERÃO AMAZÔNICO
Existe, porém, outro cenário onde a beleza marabaense ganha contornos ainda mais especiais.
Quando chega julho e o verão amazônico se apresenta com toda a sua intensidade, Marabá muda de ritmo.
É tempo de sol, rio, encontros e lazer.
E um dos destinos mais tradicionais dos marabaenses é a Praia do Tucunaré, às margens do majestoso Rio Tocantins.
Durante a temporada de verão, a praia se transforma em um dos principais pontos de encontro da cidade. Famílias, grupos de amigos, moradores e visitantes aproveitam o período para desfrutar uma das paisagens mais características de Marabá.
E ali, entre o Tocantins, o sol amazônico e o movimento da praia, novamente chama a atenção a presença feminina.
A beleza das mulheres marabaenses parece combinar perfeitamente com o verão amazônico.
São mulheres que chegam com suas famílias, com os amigos, para aproveitar o rio, conversar, ouvir música, saborear a culinária regional e contemplar o fim de tarde às margens do Tocantins.
A Praia do Tucunaré, em julho, torna-se uma espécie de grande ponto de encontro da cidade.
- É o verão amazônico mostrando sua força.
- É o Tocantins compondo o cenário.
- E são as mulheres marabaenses acrescentando beleza, alegria e elegância à paisagem.
Quem conhece Marabá em julho sabe: a Praia do Tucunaré é um dos grandes retratos do verão no sudeste do Pará.
A BELEZA TAMBÉM DESFILA NA EXPOAMA
E nesses dias, quem quiser observar outra expressão da vida marabaense tem endereço certo: a Expoama.
A mais tradicional feira agropecuária da região transforma o Parque de Exposições José Francisco Diamantino em uma grande vitrine da força econômica e cultural de Marabá e do sudeste paraense.
Por ali passam produtores rurais, empresários, trabalhadores, famílias, jovens e visitantes de vários municípios. Negócios são realizados, amizades são reencontradas, shows movimentam as noites e a tradição agropecuária regional ganha protagonismo.
E, caminhando pela Expoama, outra cena inevitavelmente chama a atenção.
A mulher marabaense está por toda parte.
Nos estandes, nas áreas comerciais, nos restaurantes, acompanhando os shows, trabalhando, empreendendo ou simplesmente passeando com familiares e amigos.
A Expoama acaba se transformando também em uma grande passarela espontânea, onde desfilam a beleza, a elegância, a simpatia e a diversidade das mulheres de Marabá.
E ESTE JORNALISTA FALA COM CONHECIMENTO DE CAUSA
Confesso que talvez eu não seja o observador mais imparcial para escrever esta crônica.
E existe uma ótima razão para isso.
Há mais de quatro décadas sou casado com uma linda mulher marabaense.
Portanto, minha admiração pela beleza feminina desta terra não nasceu ontem. Tampouco começou nas arquibancadas do Zinho Oliveira, nos corredores da Expoama ou nas areias da Praia do Tucunaré.
Vem de casa.
E faço questão de registrar: não pretendo me casar novamente nunca mais.
Mas, se por algum capricho do destino tivesse que escolher outra vez com quem dividir a vida, escolheria exatamente a mesma mulher.
A minha marabaense.
Talvez esteja aí uma das grandes riquezas de Marabá.
Uma cidade economicamente pujante, historicamente importante e construída por uma população trabalhadora que aprendeu, geração após geração, a enfrentar desafios e seguir adiante.
E, entre tantas riquezas dessa terra, está também a presença de suas mulheres — trabalhadoras, empreendedoras, mães, estudantes, profissionais, torcedoras e tantas outras que ajudam diariamente a construir a história do município.
- No Zinho Oliveira, elas dão um brilho especial às arquibancadas.
- Na Praia do Tucunaré, ajudam a compor a beleza do verão amazônico.
- Na Expoama, iluminam os corredores do parque.
E, muito além desses lugares, estão todos os dias nas empresas, no comércio, nas escolas, nos hospitais, nas repartições, nas universidades, nos empreendimentos e nos lares, participando ativamente da construção de uma das cidades mais importantes do Pará.
Marabá tem o Tocantins e o Itacaiúnas.
- Tem sua história.
- Tem sua força econômica.
- Tem o Águia.
- Tem a Praia do Tucunaré.
- Tem a Expoama.
Mas tem, sobretudo, a força de sua gente.
E entre os grandes patrimônios humanos desta terra estão as mulheres marabaenses: belas, trabalhadoras, elegantes e protagonistas da história de Marabá.
Parabéns às mulheres marabaenses.
Para este cronista, elas estão entre as mais belas paisagens humanas do sudeste do Pará.
Carlos Magno
Jornalista – DRT/PA 2627
Casado há mais de quatro décadas com uma linda mulher marabaense.
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