sábado, 25 de julho de 2026
URGENTE
● Incêndio de grande proporção destrói empresa em Parauapebas na madrugada ● PDT demonstra força política no Pará, lota o Ginásio da Tuna Luso e oficializa apoio à reeleição de Lula e de Hana Ghassan ● Marinês Batista aceita convite do Dr. Daniel Santos e lança pré-candidatura a deputada federal ● RESULTADO FINAL DEFINITIVO DO PROCESSO SELETIVO 2026 – CANAÃ DOS CARAJÁS ● Rodada de Negócios da EXPOSIBRAM 2026 abre inscrições para fornecedores da mineração ● Incêndio de grande proporção destrói empresa em Parauapebas na madrugada ● PDT demonstra força política no Pará, lota o Ginásio da Tuna Luso e oficializa apoio à reeleição de Lula e de Hana Ghassan ● Marinês Batista aceita convite do Dr. Daniel Santos e lança pré-candidatura a deputada federal ● RESULTADO FINAL DEFINITIVO DO PROCESSO SELETIVO 2026 – CANAÃ DOS CARAJÁS ● Rodada de Negócios da EXPOSIBRAM 2026 abre inscrições para fornecedores da mineração
Banner
Banner
Banner
Cidades
Cidades
Brasil
Brasil
Política
Política
Eventos
Eventos
Policial
Policial
Internacional
Internacional
Notícias
Notícias
Concursos
Concursos
Meio Ambiente
Meio Ambiente
Tecnologia
Tecnologia
Esportes
Esportes
Famosos
Famosos
Mundo
Mundo
Curiosidades
Curiosidades
Entretenimento
Entretenimento
Brasil

Como funciona o sistema que leva energia a todos os cantos do Pará?

Por AnaReis Notícias | anareisnoticias.com.br | 23 de setembro de 2025 | 3 min de leitura | 89 views
Ouvir materia
Clique para ouvir

Muitos paraenses se perguntam: se temos Belo Monte e Tucuruí, por que a conta de luz não é mais barata? A resposta está no funcionamento do Sistema Interligado Nacional (SIN), que conecta todo o Brasil e permite que a energia gerada em um estado seja consumida em qualquer outro.

No país, a eletricidade é produzida a partir de diferentes fontes — hidrelétricas, solares, eólicas, biomassa e biogás —localizadas em diferentes regiões. “Se em alguma região houver menos geração de energia, por exemplo, em períodos de seca, o sistema garante que essa demanda seja suprida por outras fontes, mantendo a estabilidade e o fornecimento contínuo para todos os brasileiros”, explica Marcelo Guedes, gerente de Expansão da Equatorial Pará.

Marcelo ressalta que a energia gerada em um estado não necessariamente será consumida apenas pelos moradores daquela mesma região. “O clima influencia diretamente a produção de energia no Brasil. No verão, quando chove menos, a população recebe energia de outras localidades”, reforça.

Do processo de geração à distribuição

A energia gerada pelas usinas ainda não está pronta para abastecer os aparelhos dentro de casa. Até chegar ao momento em que o morador conecta o celular na tomada, a eletricidade passa por várias etapas.

Nesse percurso, a energia é vendida pelas geradoras e comprada pelas distribuidoras, como a Equatorial Pará, em contratos que são regulados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). Para entregar a energia de forma adequada, as distribuidoras investem em subestações que rebaixam a tensão recebida e direcionam o fornecimento conforme a demanda de cada perfil de consumidor, seja residencial, comercial ou industrial.

Por que a tarifa não é a mesma em todo o país?

A tarifa de energia não depende do estado onde a eletricidade é gerada. Ela é definida pela ANEEL, considerando custos de geração, transmissão, distribuição, além de encargos setoriais e tributos estaduais e federais.

No caso do Pará, mesmo com duas grandes hidrelétricas em seu território, os custos de levar energia até a casa das pessoas são elevados devido às dimensões continentais do estado. É preciso atravessar longas distâncias, florestas e rios, além de atender áreas extensas e de difícil acesso.

Distribuir energia aqui é um desafio enorme. Precisamos cruzar grandes distâncias e administrar áreas extensas com baixa densidade demográfica, localidades onde há poucos imóveis e distantes uns dos outros, característica bem diferente de outras regiões do país. Para garantir um serviço de qualidade, a Equatorial realiza investimentos robustos e constantes na rede elétrica”, reforça Marcelo Guedes.

Somente em 2024, a Equatorial Pará investiu mais de R$ 2,1 bilhões em obras de expansão e modernização da rede, levando energia a novos municípios e comunidades do interior e reafirmando o compromisso de oferecer um fornecimento cada vez mais seguro e de qualidade.

AnaReis Notícias, Rádio Poderosa FM 95.9 e RedeTV Karajás entrevistam a presidente do CREA-PA na segunda-feira (02)
Compartilhe:
Escrito por
AnaReis Notícias | anareisnoticias.com.br

Redatora, colunista e repórter

← Anterior
Prefeitura de Canaã define banca para realização do PSS 2025
Proxima →
Transamazônica é liberada em Itupiranga após dia de bloqueio na rodovia

Deixe um comentario

Matérias Relacionadas